Visitadores do São Paulo Solidário já estão nas ruas de Itirapuã


Começou a primeira etapa do Programa São Paulo Solidário que consiste na Busca Ativa. Nesta etapa os visitadores passarão em todos os domicílios, inclusive na área rural, para colher dados como a composição familiar, renda, condições de saúde, educação e moradia da população. O objetivo desta pesquisa é levantar um retrato social da cidade, com o objetivo de acompanhar as famílias em situação de vulnerabilidade.

O que é o São Paulo solidário?

A renda foi durante muitos anos referência determinante para identificação da pobreza. Hoje, no entanto, o Estado de São Paulo não entende a pobreza apenas pela ausência de renda. É preciso ter clareza dos outros indicadores decisivos na sua configuração.

 Por isso, foi criado o São Paulo Solidário, uma iniciativa do Governo do Estado para a superação da extrema pobreza. O Programa visa garantir a mobilidade social de todos os paulistas em situação de miséria. Ou seja, aqueles cidadãos que apresentam privações graves nas áreas de Educação, Saúde e Padrão de Vida, de acordo com o Índice de Pobreza Multidimensional (IPM) da ONU.

O São Paulo Solidário está estruturado em três eixos principais:

1. A primeira etapa do projeto é a realização da Busca Ativa, que localiza as famílias e aplica questionário baseado no Índice de Pobreza Multidimensional (IPM) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

2. Tendo como base os questionários preenchidos durante a Busca Ativa, os dados são compilados e tabelados, resultando assim no Retrato Social das famílias e dos municípios. Trata-se de um diagnóstico das condições de vida da população. Nele são verificadas as privações da comunidade local em suas várias dimensões de Saúde, Educação e Padrão de Vida.

3. A partir daí as famílias são convidadas a assinar a "Agenda da Família Paulista", se comprometendo com o Governo a participar ativamente da superação de suas privações sociais. Esta ação inédita no Brasil coloca São Paulo a frente dos demais Estados, pois faz do cidadão o protagonista da sua própria mobilidade social: o Estado entra com o apoio e o cidadão com seu próprio esforço.

Em parceria com os municípios, a Secretaria de Desenvolvimento Social iniciou efetivamente suas ações de superar a extrema pobreza em 2012, com a implantação do programa em 97 municípios paulistas de menor IDH do Estado. Em 2013, o São Paulo Solidário atingirá mais 483 municípios e, em 2014, completará o ciclo com os 65 municípios da Região Metropolitana de São Paulo, Campinas e Baixada Santista.

 

 


Esta é uma iniciativa do Governo do Estado em parceria com a Prefeitura Municipal. Para maiores informações, procure o CRAS (fone 3146 1157 ou Rua Dozito Malvar Ribas, 5259)